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Fenômenos e reconstrução

Eni Carajá Filho – Janeiro de 2021



Da janela os flashes me revelam a energia que sobrou.

Trovoadas passando céu pra dentro no som contínuo a ressoar

Pingos latentes de chuva fria definindo poder deste espaço celestial

Água que cai continua escorrendo chão na terra em transe de um aqüífero sem igual.


Paro e penso na beleza desta natureza que age as vezes lenta ou veloz.

Pura divindade que apresenta rumo certo da estação para todos elevarmos nossa voz.

Nesta chuva em escuridão só nos resta atender o pedido do coração.

De estar bem em isolamento caseiro demonstrando ao Coronavírus a exortação.


Pandemônio constituído de abandono no pleno conhecimento.

Amarro as consequências no relampear para que todos sintam a brisa e o vento.

Telhados que voaram sem escrúpulos caindo em terra de desconhecido.

Deixando a nós sinais e exemplos de que inventando jeito de cura Vírus perpetua e mantém se agradecido.


Enfrentar sim obstinado uma doença que já veio com tudo para celebrar nossa carnificina.

Assintomático jeito de esconder que esse vírus só se combate com limpeza e aplicação da Vacina.

A cruz no cemitério seja preta ou azul dá o tom da realidade do morrer sem contemplação.

Podemos sim atribuir parte dessas questões ao governante que do exército saiu por viver num mundo de fake ficção.


Senhor morte que desdenha, ostenta vida de filhos e muita ilusão, inventa cura cloroquina e sequer evidência em menção.

Esse povo que aqui sobra da triste estatística das mortes, saberá lidar contigo e não terás um pingo de sorte.

Pós-vacina disputada dose a dose tu terás o teu refresco, vem trovão e vem relâmpago caindo sobre seu jeito animalesco.

Não precisa preocupar com os raios a cair tu que contribuiu com o Corona, mas nosso povo o Governo reconstruiu.



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